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Família: vínculos, sentidos e responsabilidades

Família: vínculos, sentidos e responsabilidades

Nesta reflexão sobre família e relacionamento entre pais, filhos, irmãos – e demais membros da comunidade afetiva – trago alguns apontamentos sobre a importância desses vínculos e a responsabilidade em constituí-los para cada pessoa.

Sobre a Família

Não gosto de definir família, porque ela tem várias formas de ser e se constituir, além de ‘se sentir’.

Aliás, nela existe a possibilidade de vínculos e cuidados, do sentido divino e humano de quem a constitui.

É o princípio da criação e fortalecimento dos vínculos afetivos e espirituais, dos sentidos de vida e dos sentidos do coração.

Nela vivenciamos as primeiras experiências de afeto ou desafetos. Essas situações, mesmo não sendo determinantes, certamente influenciam em nosso comportamento e sentidos por toda vida.

É na família, enfim, que somos educados e que recebemos os primeiros estímulos à aprendizagem e as motivações de descobrimento do que já está dentro de nós, como potencial do saber, do ser e do conviver em comunidade.

Vínculos, responsabilidades e relacionamentos

Por isso, para refletir sobre a família e os relacionamento tecidos a partir dessa comunidade, é necessário ir além.

Com efeito, na não existência dos vínculos positivos de afeto e de pertença na família, todos nós, como comunidade humana, precisamos nos sentir responsáveis pelo bem.

Do mesmo modo, especialmente, de cada criança, adolescente, jovem e idoso que tenha oportunidade de cultivar ou recuperar esses vínculos na convivência e no cuidado humano.

Isso é, quer seja na escola, na comunidade, com os amigos, ou ainda em outros grupos de vida… todos são espaços de cuidado e cultivo do bem.

Afinal, neles também podemos exercitar esse cuidado familiar e comunitário.

Um provérbio chinês diz: “você roda pelo mundo e acaba em casa! ”.

Esse provérbio traduz, de uma forma simples, mas com sentido que, nosso primeiro lugar de referência e, na maioria dos casos, o porto seguro, é nossa família.

Em outras palavras, a família, que é fonte de luz, respeita os jeitos e as maneiras de ser de cada ser e, por conseguinte, constituí-la é uma responsabilidade de amor.

Família: sinal de Deus

Os filhos e filhas são presente do próprio Deus.

Assim sendo, os companheiros e companheiras também são sinais desse amor do próprio Deus que habita o coração de quem amamos e o nosso coração, quando nos deixamos amar.

Em resumo, é como diz Seligman, um dos referenciais da psicologia positiva: “O maior poder que alguém tem é a capacidade de ser amado/a”.

Gustavo Balbinot


Seguindo a reflexão

Para você, o que significa família?

Quais são as principais experiências que te marcaram com sua família nuclear? Quais influências você sentiu em sua vida?

Como você cultiva os vínculos com a sua família? O que gostaria de manter ou fazer diferente?

Você sonha em constituir ou já constituiu sua própria família? Quais valores você acredita serem essenciais?

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